Organize suas finanças pessoais neste ano, eliminando estes sete pecados financeiros da sua vida.

Talvez eles não salvem sua alma, mas com certeza trarão um efeito muito positivo para o seu bolso!


Micheile Henderson/Unsplash

1 | Preguiça: não querer gerenciar suas finanças


Contabilizar despesas e receitas é a chave para tudo, não importa o quanto seja o seu salário.

Tanto uma grande empresa com bilhões de dólares no faturamento quanto uma pequena empresa estão planejando um orçamento. Se isso não for feito, as consequências serão devastadoras.

Por algum motivo, as pessoas pensam que tudo funciona de maneira diferente para elas, mas não é. Se você não sabe quanto está gastando, não saberá economizar e gastar racionalmente.

Mas, quando você começar a controlar as finanças, sua vida mudará.
 

2 | Gula: vivendo além de suas possibilidades


A gula pode ser vista como um desejo por excessos. Não se sabe ao certo o quão prejudicial essa paixão afeta a alma, mas nas finanças, com certeza é muito.

Uma coisa é comprar um décimo quinto par de sapatos ou um smartphone novo porque você pode pagar. Já outra completamente diferente é quando, para isso, você precisa entrar em uma dívida.

Gerar parcelamentos e dívidas para algo que você não precisa de fato é muito perigoso.

E não apenas por você pagar a mais devido aos juros. O hábito de viver com crédito dá origem à ilusão de que você pode pagar por esta ou aquela compra - basta comprar a coisa agora e pagar depois.

Muitas vezes, isso leva ao fato de que a dívida aumenta até não ser mais possível pagá-la.


3 | Inveja: parecer, não ser


As redes sociais estão ativamente nos mostrando a intimidade dos ricos e famosos. Por elas, acompanhamos seus carros bacanas, suas roupas de marca e maquiagens caríssimas.

Se eles tem aquilo, nós também precisamos de tudo isso, é claro, imediatamente - caso contrário, as estrelas não receberiam tanto dinheiro para fazer publicidade.

A inveja impulsiona o consumo. Mas aqui está a terrível verdade: para ser como seu ídolo, você precisa trabalhar como ele, e não comprar as mesmas coisas.

Status é comprar coisas que você não quer com o dinheiro que você não tem a fim de mostrar para gente que você não gosta uma pessoa que você não é - Geraldo Eustáquio de Souza


Se você é um trabalhador brasileiro comum e compra um relógio muito caro, como o daquela famosa personalidade, você não se tornará como ela.

Você será um trabalhador brasileiro comum com um relógio muito caro - e com uma dívida altíssima, que fará você perder oportunidades em sua vida, pois terá uma dívida para pagar.

Portanto, avalie adequadamente sua situação financeira e não vá atrás de uma foto de um influenciador das redes sociais. 

Fará muito mais sentido usar este dinheiro para realizar um investimento financeiro, ou em algo realmente útil para sua vida.


4 | Soberba: ser orgulhoso demais para economizar


Você conhece este velho golpe? (ou se preferir, um truque de marketing): contar a uma pessoa sobre um produto por um longo tempo, fazendo com que ela fique interessada, e só no final citar seu preço astronômico.

Com vergonha de admitir que aquilo é muito caro, elas aceitam em silêncio e pagam, com medo do que as pessoas em volta vão pensar.

Por medo de parecer pobre, algumas pessoas preferem ir ao supermercado mais chique, escolhendo produtos que mais caros, mas idênticos aos das marcas menores, além de nunca pedir descontos.

Economizar não é vergonhoso.

Em vez de preservar a qualquer custo a aparência de uma pessoa de grandes posses, faça compras melhores, economize mais, e quem sabe um dia você de fato tenha grandes valores. 

Se não conseguir, pelo menos não vai piorar sua situação apenas por vaidade.


Micheile Henderson/Unsplash


5 | Ira: culpar alguém que não seja você mesmo por suas falhas


É muito conveniente culpar o governo, os reptilianos e os alienígenas de Marte pelos problemas financeiros.

Você pode fazer isso sem se levantar do sofá - afinal, a vida é cheia de injustiças. E se alguém vive melhor, ele roubou e cobrou subornos.

Mas sua vida é sua responsabilidade.

Se você nasceu em uma família de um milionário da capital, estudou nas melhores instituições de ensino do mundo e está familiarizado com pessoas influentes, pode ter mais chances de sucesso do que alguém vindo de uma família simples do interior.

Mas como não é possível entrar em uma máquina do tempo e renascer em uma família rica, arregace as mangas para agir e cuidar das suas finanças nas condições atuais.


6 | Luxúria: escolher prazeres momentâneos, não objetivos importantes


O casamento é em grande parte um empreendimento econômico. Muitas vezes, um casal pode ter um padrão de vida mais alto do que uma pessoa solteira.

Juntos, vocês podem somar a renda, então é mais fácil economizar para grandes compras, como uma casa e um carro. Além disso, duas pessoas precisam de um lugar para morar, móveis, eletrodomésticos, e assim por diante.

Mas vamos grande. Por exemplo, você está economizando para a entrada de um financiamento de uma casa. Há muitos anos de dívidas pela frente. E de repente, aparece um novo smartphone em promoção.

Você vai até pensar que fez um bom negócio, mas o objetivo de longo prazo de comprar um lar ficou mais longe de você.

Eu sei que “só se vive uma vez”. Mas vivemos por tempo suficiente. Portanto, vale a pena cuidar para fazê-lo com conforto.

Se você tem objetivos importantes - moradia, educação - não deve trocá-los por prazeres momentâneos.


7 | Avareza: aceitar a situação e não querer mudar nada


Se você está completamente satisfeito com sua vida, não é preciso mudar nada.

Ninguém é obrigado a deixar sua zona de conforto (especialmente porque é tão difícil chegar até ela) simplesmente porque as redes sociais estão infestadas de postagens motivacionais.

Mas se você não gosta de algo em sua vida, nunca é tarde para começar uma mudança.

O que não faltam são exemplos de pessoas que alcançaram o sucesso depois dos 50 anos.

Os donos de empresas como McDonalds, KFC, IBM, Nestlé, Coca-Cola, Nissin Miojo entre muitas outras, passavam dos 50 anos quando começaram suas empresas.

E no final, é um pecado entregar-se ao desânimo quando se há tantos outros pecados.


Você tem cuidado bem das suas finanças? Se identificou com algum destes pecados? Comente abaixo! Ou lembrou de alguém? Compartilhe este artigo!

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